Sua empresa deve para mais de um banco? Cada gerente liga com uma proposta diferente, as parcelas estão sufocando o caixa e você assinou como avalista, o que significa que seus bens pessoais também estão em risco?
O "passivo bancário" é o bolo de tudo o que o seu negócio deve aos bancos. Quando ele cresce sem controle, fica difícil saber qual conta priorizar. A gestão de passivos organiza essas dívidas de forma estratégica, protegendo a operação da empresa e o patrimônio dos sócios.
Para quem é
- Caixa sufocado: Empresas com empréstimos, capital de giro, conta garantida ou cheque empresarial em múltiplos bancos, onde as parcelas inviabilizam o negócio.
- Cobrança no CPF: Sócios, diretores ou terceiros que assinaram como avalistas ou fiadores e agora estão recebendo cobranças em seus nomes pessoais.
- Pressão por garantias: O banco ofereceu uma renegociação, mas está exigindo que você coloque sua casa, terreno ou a assinatura do seu cônjuge como nova garantia.
- Processo de Execução: A empresa recebeu uma citação de processo de execução, onde o banco cobra a dívida direto na Justiça e pede penhora de bens.
- Contas bloqueadas: Houve bloqueio judicial de dinheiro nas contas bancárias da empresa ou nas contas pessoais dos sócios.
- Bens de operação em risco: Máquinas, equipamentos ou veículos essenciais para a atividade da empresa foram dados em garantia e correm risco de apreensão.
- Passivo Rural Multi-banco: Produtores rurais com dívidas de custeio ou investimentos espalhadas em várias cooperativas e bancos.
Para quem não é
- Dívidas não bancárias: Casos focados apenas em atrasos com fornecedores, impostos fiscais ou ações trabalhistas (esses problemas possuem regras próprias).
- Casos com advogado ativo: Se você já possui um profissional acompanhando essas mesmas execuções ou defesas, consulte-o primeiro.
O que pode ser feito
- Diagnóstico de Riscos: Mapeamos todos os contratos e processos para identificar quais dívidas trazem risco real de fechamento da empresa ou de perda de bens dos sócios.
- Expurgo de Abusos: Analisamos juros e taxas de encargos de inadimplência para verificar se o banco está cobrando valores acima do permitido, reduzindo a dívida real.
- Fila de Prioridade: Definimos com quais bancos negociar primeiro e quais propostas recusar, poupando o caixa da empresa para manter as portas abertas.
- Blindagem de Renegociações: Analisamos propostas de refinanciamento antes de você assinar, evitando armadilhas como confissões de dívidas com avais abusivos.
- Embargos à Execução: Apresentamos a defesa técnica nos processos judiciais movidos pelos bancos, questionando os cálculos e anulando penhoras incorretas.
- Desbloqueio de Contas: Agimos com rapidez para liberar valores bloqueados judicialmente que correspondam a faturamento essencial, salários ou poupança.
Como funciona o atendimento
- Contato Comercial: Você envia uma mensagem detalhando quantos bancos estão cobrando a empresa e se já existem processos ou bloqueios ativos.
- Reunião de Diagnóstico: O advogado realiza uma triagem para entender quais são os bens da empresa e quais pertencem aos sócios.
- Análise de Documentos: Você envia os contratos e as notificações judiciais recebidas.
- Relatório de Cenários: Apresentamos um diagnóstico desenhando as prioridades de pagamento, os riscos e as defesas cabíveis antes de iniciarmos os trabalhos.
Perguntas frequentes
Sou avalista da minha empresa. O banco pode pular a empresa e tomar meus bens pessoais?
Sim. O avalista assume a responsabilidade direta e solidária. O banco pode escolher processar apenas o sócio ou bloquear as contas do CPF antes mesmo de mexer na empresa. Porém, em alguns casos, o aval pode ser anulado na Justiça se exigir a assinatura do cônjuge e esta não tiver ocorrido.
Recebi uma citação de Execução Judicial. Qual é o meu prazo real?
O prazo para pagar a dívida e evitar penhora é de apenas 3 dias. Já o prazo para apresentar a sua defesa formal (Embargos à Execução) é de 15 dias úteis, contados a partir da juntada do comprovante de citação no processo. O tempo é precioso aqui.
O banco bloqueou o dinheiro da conta da empresa. É possível reverter?
Sim. A lei dá o prazo de 5 dias após o bloqueio para apresentarmos uma defesa pedindo a liberação. Conseguimos reverter bloqueios provando que o dinheiro é destinado ao pagamento de salários dos funcionários ou que inviabiliza totalmente o funcionamento da empresa (princípio da menor onerosidade).
O banco pode tomar o imóvel da família se ele foi dado em garantia pela empresa?
Se o imóvel foi dado em garantia sob a modalidade de alienação fiduciária, o banco pode tomar o bem e levá-lo a leilão por meio do cartório, sem precisar de processo na Justiça. Nessa situação, a proteção de "bem de família" deixa de existir para essa dívida. Busque ajuda ao receber a primeira notificação do cartório.
Sua empresa está enfrentando cobranças de vários bancos ou você teme pelo seu patrimônio pessoal como avalista? Fale conosco pelo WhatsApp para desenharmos uma estratégia de proteção.
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